Não é possível ser materialista e totalmente honesto ao mesmo tempo.
Não é possível ser materialista e, ao mesmo tempo, conservar valores morais,éticos e espirituais dentro de si.
O materialismo consiste na busca, a qualquer custo, das riquezas materiais, do aumento progressivamente absurdo dos bens de consumo e bens duráveis.Aumento também, a qualquer custo, das próprias riquezas.
Mas o que isso tem a ver com honestidade ou com aquisição de valores?
O grande problema do materialismo é obedecer somente uma regra: enriquecer absurdamente e aumento de posses e bens.
Então para se alcançar esse objetivo, tudo se torna válido, mesmo em detrimento de outras pessoas, o que na verdade, nesse caso, se torna inevitável. Se torna inevitável porque, se uma pessoa cresce desonestamente, é porque foi à custa de outrem.
Outro motivo que torna inconciliável o materialismo com a honestidade e com os valores morais: Ser honesto e possuir valores implica muitas vezes em " ficar em desvantagem", ou seja, implica em você preferir valores espirituais a materiais.
Não é possível uma pessoa materialista ser honesta.Essa mesma pessoa, engana, mente,aliás, a pessoa materialista é uma excelente atriz, um excelente ator, porque engana para alcançar seus objetivos, afinal, só possui uma regra de vida, o seu próprio ego.
Claro que, a partir desse materialismo, é possível descrever todo o perfil psicológico e social dos homens e das mulheres materialistas, afinal, infelizmente até a própria família, o próprio pai e mãe, sentem as consequências de quem aderiu à essa causa.
Enfim, toda relação social, se torna uma relação de interesse e com isso,se torna incapaz de viver uma relação verdadeiramente humana.
Ás vezes, uma pessoa materialista, pode até se passar por uma pessoa solidária, que se preocupa com a sustentabilidade( como se isso não tivesse um cunho mais político que social) mas ela nunca irá se comprometer a fundo com nada.
O seu ego lhe toma muito o seu tempo.
A caridade ajuda mais quem a pratica do que quem a recebe pois quem a pratica, muitas vezes, é mais debilitada do que quem a recebe.
A caridade, o verdadeiro comprometimento com o outro e com a própria consciência nos liberta da pior escravidão que existe: a escravidão do próprio ego.
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