domingo, 25 de maio de 2025

Super-Herói



Geralmente nós vemos retratados em nossas revistas e em nossos filmes a seguinte imagem dos super-heróis: São homens corajosos, destemidos, que se expõem a perigos sem fim para garantir o bem comum da sociedade mas que vivem sempre em profunda crise de identidade devido às suas paixões.
Ou seja, todos os super-heróis tem sempre um grande dilema em suas vidas: ou seguir a paixão arrebatadora ou  salvar o mundo. E, por causa disso, acaba caindo em muitas ciladas provocadas pelos vilões através de suas amantes.Na verdade, a maior fraqueza de todos os super-heróis acaba sendo as mulheres pelas quais se apaixonam.Por causa delas, pensam em desistir, expõem em perigo a cidade e tantos outros males passam para conseguir uma possível conciliação entre salvar o mundo e viver uma paixão.
Em verdade, esse tipo de comportamento não convém a um super-herói pois, mais que conseguir dominar uma cidade e perigosos criminosos e vilões, o super-herói deve conseguir controlar e dominar a si  mesmo.
Como então, deve ser um super-herói ideal e legítimo?
Ora, um super-herói deve ser um homem que saiba renunciar todas as suas vontades para conseguir salvar o mundo.Não convém a um super-herói ficar dividido entre agradar a amada e salvar o mundo. Ele deve sempre pensar primeiro nos outros do que em si mesmo.Por isso, ele deverá ser um homem casto para que possa se dedicar integralmente pela salvação do mundo.
Não é possível conceber um herói que vença a todos os seus inimigos mas não consiga vencer as suas paixões.Na verdade, um super-herói que não consegue se dominar, não passa de um homem comum, igual a todos os homens pois até mesmo homens medíocres podem demonstrar, em algumas situações,atitudes de coragem e destemor.
Então, seguindo esse mesmo raciocínio, não existe nenhuma diferença entre um super-herói com super poderes e um homem medíocre pois ambos se deixam levar por suas paixões.Logo, um super-herói verdadeiro não deveria ser assim.
Um super-herói verdadeiro está sempre disposto em ajudar o próximo e providenciar o necessário para o bem comum. Contudo, não deveria retirar a responsabilidade própria dos homens comuns, de buscarem através do esforço mútuo, a estabilidade social.Por isso, o super-herói só deveria agir em casos em que os homens não conseguiriam resolver por si próprios.
Tal deve ser um verdadeiro super-herói.
Também esse super-herói não tem necessidade de reconhecimento por parte dos homens mas faz questão de torná-los participantes de seus poderes pois isso engrandece os homens.
Afinal não é possível conceber um super-herói escravo ou oprimido.
O super-herói é livre e não tem necessidade de nada.
Por isso, é livre para salvar.E o faz por amor aos homens.
Aí está pois,como deve ser um verdadeiro super-herói.

segunda-feira, 29 de abril de 2024

O Estado, a Família e as Virtudes

O Estado, a Família e as Virtudes
Qual a relação que existe entre o Estado, a Família e as Virtudes?
Nos dizeres do famoso escritor baiano Rui Barbosa:
“A família é a célula Mater da sociedade. A família é de fato, a primeira sociedade da qual se faz parte. Nela vivemos a maior parte de nossa existência. Sendo a única que possui laços indissolvíveis, tornando-se assim o mais importante. Diante disso, destruída uma família, a sociedade se desfará automaticamente .”
As famílias servem de base para a sociedade, também dirá Aristóteles. E, por isso, uma sociedade bem estruturada e que tem por fim o bem comum, nasce das famílias estruturadas. E por que isso ocorre?
Primeiro, porque os seres humanos, diferentes dos animais, precisam ser educados pelos seus pais. E para bem educar os filhos, se faz necessária uma estrutura familiar longeva. Mas não é uma educação para um trabalho servil ou para alguma profissão em particular.
É uma educação para as virtudes, sendo a maior delas a caridade.
Logo, uma sociedade sadia e justa, depende de pessoas virtuosas, seja por elaborar leis realmente justas, seja por elas mesmas, sem precisar dessas leis, mas por livre iniciativa, serem justas e caridosas umas com as outras.
E onde tais pessoas aprenderão essas coisas, uma vez que os seres humanos precisam ser educados por outras pessoas? Afinal, os seres humanos não “nascem sabendo”. Resposta: NA FAMÍLIA.
E se as pessoas, que aprenderem a ser justas e caridosas, por causa das suas famílias bem estruturadas, certamente precisarão de menos leis para regular suas ações. Certamente precisarão de menos normas e, consequentemente, menos burocracia. Certamente não haverá a necessidade de um Estado que dê centenas de ordens e obrigações, porque de forma geral, as pessoas viverão em comum acordo e em harmonia umas com as outras.
Nesse sentido, o Estado não teria uma participação tão relevante e não seria tão intromissivo em regular as ações dos indivíduos mas somente controlaria o que diz respeito ao bem comum, como fornecer acesso básico a uma vida de qualidade.
O Estado poderia até ser necessário, por uma questão de organização mas nunca fundamental.
Fundamental para uma sociedade sadia e harmônica são as famílias bem estruturadas onde se aprendem as virtudes desde novos.
Porém, quando o Estado busca enfraquecer as famílias e as relações familiares, ele o faz por benefício próprio. Porque quando as famílias começam a se desestruturar, elas deixarão de ser educadas pelas suas famílias. Ao deixarem de ser educadas, as pessoas que possuem mais propensão aos vícios e aos crimes, irão comete-los. Esses vícios irão fazer com que o Estado aumente o número de leis e normas e, consequentemente, a burocracia.
Esses vícios dos cidadãos aumentará gradativamente o poder do Estado sobre os mesmos cuidados. O Estado, percebendo que os vícios e as famílias desestruturadas lhes confere mais poder, através dos seus próprios decretos, leis e normas, fomentarão cada vez mais o aumento dos vícios e a destruição das famílias, até ao ponto da total escravidão dos seus habitantes, que começarão perdendo a liberdade e acabarão por perder até mesmo, a própria identidade individual.
Essa é a relação que existe entre o Estado, a Família e as Virtudes.
Para vencer um Estado totalitário e ditatorial, precisamos das famílias, que é o lugar apropriado, o único lugar, onde os seres humanos são educados para uma vida de virtudes e, por isso mesmo, transcendental.

sexta-feira, 26 de abril de 2024

O Novo Código Civil

 
Gostaria de propor uma maior atenção, em relação ao parágrafo primeiro do Art. 1511-A, que advém do Livro IV “ Direito de Família”,
Título I “Direito Pessoal”; Subtítulo I “Direito de Constituir Família”, Disposições
Gerais, do Anteprojeto do Novo Código Civil, que se lê da seguinte forma:
Art 1511-A [...]
Parágrafo primeiro
“A potencialidade da vida humana pré uterina e a vida uterina são expressões da dignidade humana e de paternidade e maternidade responsáveis.”
Ora, o atual Código Civil, de 2002, quando se refere à vida uterina, ou seja, ao
nascituro, descreve da seguinte forma, no Art. 2º:
“A personalidade civil da pessoa começa com do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro.”
É possível notar uma definição bem nítida nesse artigo.
No entanto, no parágrafo mencionado acima, longe de trazer uma melhor definição à mesma temática, vincula outros personagens e cria mais adjetivos, aumentando o subjetivismo inapropriado a um Código de Leis.
Em primeiro lugar é preciso deixar bem claro: Não existe uma “pré vida humana”. A vida humana se inicia na concepção, como bem retrata o Art 2º do atual Código Civil.
Então, não tem o que se falar de uma existência de um período pré uterino. Isso não condiz com a realidade. Uma potencialidade de vida não é uma vida. Segundo a Filosofia, a potência significa uma possibilidade ou probabilidade de vir a ser. Nesse sentido, o texto se refere a algo que não possui existência propriamente dita mas somente uma possibilidade de existir. No caso concreto, o texto se refere ao” nada”, quando se refere à potencialidade de vida pré uterina.
Portanto, um termo altamente inapropriado para estar em uma redação de Código de leis.

Segundo: o que significa ser uma “expressão de dignidade humana e de paternidade e maternidade responsáveis”?

Infelizmente, vivemos em uma época em que conceitos e termos tem sofrido
drasticamente uma reinterpretação, de acordo com as conveniências e lobbys totalmente alheios ao verdadeiro bem comum. Atualmente, não existe uma controvérsia no fato do Nascituro ser um ser humano e, por isso, dotado de personalidade própria e distinta dos seus genitores. 
E em virtude disso, possui igualmente, os mesmos direitos de todos os seres humanos.Porém, a dificuldade de se criar uma definição concisa e ausente de interpretações, inclusive utilizando inovações jurídicas e termos que não possuem definição clara em nosso ordenamento jurídico vigente, aumentará os riscos à vida do nascituro, quando estes deveriam ser protegidos por uma definição jurídica clara e livre de interpretações subjetivas.

Diz o seguinte no Pacto de San Jose de Costa Rica, em seu Artigo Primeiro, parágrafo Segundo: “Pessoa é todo ser humano” O termo “pessoa” impõe um valor intrínseco em cada ser humano, o que significa que o valor de uma pessoa humana não depende de outros valores de outras pessoas, para existir. Ele existe por si só. 

Quando o texto pretende vincular o valor da vida uterina à outros valores, ele enfraquece esse valor que cada ser humano possui, independente de sua etapa de formação.

É de extrema necessidade a alteração dessa redação, a fim de se evitar erros de interpretação e aumento gradual do subjetivismo, aumentando com isso, os riscos ao direito inalienável ao nascimento, de todos os nascituros, que são pessoas humanas e dotadas de valor intrínseco.



segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

A paz do mundo


Em um lugar sombrio, triste e macabro, onde há medo, trevas, perdição e danação, houve uma reunião entre os seres que lá existiam, a saber, os demônios, e o assunto desta terrível reunião era uma nova ideia, uma nova arquitetura, para alcançar um maior êxito na perdição das almas e na destruição de vidas, principalmente de vidas inocentes.
O demônio que estava presidindo a assembléia tomou a palavra:
- Quis convocar essa reunião para que possamos debater qual a melhor estratégica para aumentar o domínio das trevas no mundo dos homens.
Sei que temos trabalhado bastante para incutir o desprezo Dele (os demônios não suportam pronunciar o santo nome de Deus), para propagar a desvalorização da vida, as drogas, a violência, a segregação das famílias, o aborto, a pornografia, vale ressaltar, inclusive de crianças, nesse momento houve uma forte salva de palmas e gritaria.
- Silêncio, seus loucos, esbravejou o demônio. Ainda falta muita coisa a fazer e por isso propus essa reunião. Existem ainda muitas pessoas que lutam pela defesa da vida, da família e de valores cristãos, que nos combatem..., nesse momento, nova manifestação enlouquecedora.
-Silêncio ou eu aumento o sofrimento de vocês, gritou espumando de raiva novamente o demônio.
Vocês tem uma hora para me apresentar uma nova ideia.
- Já sei, mestre do horror e do medo. Nós poderíamos fazê-los acreditar que já vivem no inferno, por causa de tanta impiedade, tanta crueldade, existente no mundo. Então isso aumentaria as guerras e a violência entre eles. Todos aplaudiram a ideia. Todos menos um. O demônio que tinha sentado na última cadeira permaneceu em profundo silêncio.
Outro expôs mais uma ideia:
- Poderíamos separar os filhos dos pais e acusar os pais de prejudicar os próprios filhos com sua doutrina e assim, alimentar o ódio dos filhos para com seus pais. Novamente uma ardente salva de palmas.
Menos daquele que sentara na última cadeira e permanecera em silêncio.
E assim, um a um, foi expondo uma ideia mais cruel que a outra.
Por fim, perguntaram ao demônio que permanecera em silêncio o tempo todo, a razão por não se manifestar ante as ideias apresentadas. Deram à ele a palavra:
- Realmente, todas as ideias apresentadas foram terríveis, e por isso, boas.
Mas a minha ideia é a melhor de todas. Houve gritos de protesto e zombaria.
Nisso, o demônio que estava presidindo pegou uns cinco pela mão e pôs num caldeirão fervente.
-Silêncio que quero houvi-lo falar.
Diga, qual é sua ideia?
-Proponho, continuou, incentivá-los a construir a paz.
- O que? gritou o presidente. Quer ter o mesmo destino que os outros, que coloquei no caldeirão?
-Explico, salientou o demônio que permanecera mudo até então.
Proponho incentivar os homens a construir a paz, mas NÃO a paz cristã.Mas sim, uma falsa paz, uma paz aparente, mergulhada em um profundo sentimento de indiferença, onde só haverá espaço para o egoísmo e a impiedade. Iremos falar para os homens que, para alcançar a paz, é preciso acabar com todas as diferenças, principalmente diferenças religiosas. Iremos criar uma religião única que irá agradar a todas as religiões. Haverá espaço para todos, diremos para eles. Depois iremos falar que não existe diferença entre homem e mulher e que cada um pode escolher o que mais lhe agrada. Tudo isso nós faremos em nome de uma falsa paz.
Depois, falaremos aos homens que, para construir a paz é preciso acabar com todos os inválidos, idosos, crianças de colo malformadas, todos aqueles que atrapalham para que o mundo viva em paz.
Quando todos estiverem pensando que a paz reina no mundo, então o império das trevas surgirá pois estarão os homens de tal modo, dominados pela indiferença, pelo egoísmo, pela preguiça e falta de caridade, que não perceberão que estão contribuindo para aumentar o mal no mundo. Em nome de uma falsa paz.
Nesse momento, todos ficaram abismados com essa ideia e permaneceram um longo tempo em silêncio.
Então, novamente, o presidente tomou a palavra:
- Feito. É exatamente isso que faremos.
E dito isso, deu-se por encerrada a reunião.



quarta-feira, 28 de julho de 2021

A Legitimidade do STF

 A legitimidade do Supremo Tribunal Federal, em relação à atuação dos seus Ministros, não existe per si, mas sempre sob condição.

Aliás, nenhum Tribunal, em uma democracia, possui legitimidade incondicional e irrestrita, em relação aos atos humanos dos seus membros.

Em relação ao STF, qualquer entendimento cria jurisprudência, que pode variar seguinte as circunstâncias, em um curto espaço de tempo, como se toda decisão tivesse legitimidade per si.

A legitimidade está no cumprimento da Carta Magna. A estabilidade e eficácia de uma norma depende da interpretação in lettera. Do contrário, aquilo que é auto evidente será passível de interpretação. Acaba com isso, se tornando um Direito Fluido, cabendo quantas e intermináveis interpretações couberem na imaginação do sujeito.

     Em uma democracia, não existe poder "supremo" mas sim, equilíbrio de forças entre si, de modo que nenhum se sobreponha ao outro. É claro que, ainda assim, esse sistema será sempre frágil, uma vez que não são os melhores homens que legislam, executam e julgam as leis mas sim homens comuns tirados da sociedade. Caso esses mesmos homens foram corruptos, todo o sistema estará prejudicado, ocasionando a própria ruína da democracia.

    Para haver verdadeira democracia é necessário haver pessoas que possuem virtude cívica, ou seja, pessoas que coloquem o bem comum acima dos seus próprios interesses.

   O que vemos, no entanto, na realidade presente, é algo bem distinto da virtude cívica. O que vemos é um ativismo judicial descontrolado e a busca incessante de seguir uma agenda progressista, por parte desses mesmos ministros, que tem como finalidade acabar com a virtude cívica e com a família, pilares que sustentam uma democracia.

   Por isso, se faz necessário levantarmos esse questionamento:

"Todos os atos arbitrários dos ministros do STF são legítimos, independente de serem contraditórios ou terem interpretações que vão contra a própria Constituição?"

  Veja bem, se a simples indagação dos atos desses ministros já é considerada um "ataque" à democracia, então os próprios ministros julgam a si mesmos, não somente como "guardiões" da democracia mas sendo a própria democracia. Tal consideração é, por excelência, contrária à própria democracia.




 


quarta-feira, 21 de julho de 2021

A Fé nas Urnas Eletrônicas

     Atualmente, apesar de afirmarem categoricamente, quase como um mantra, que o Estado é Laico, inclusive até por decisão no Plenário do STF, em que o mesmo decidiu que proibir cultos e Missas públicas era ato legal e constitucional, exigem do cidadão comum, como eu e você, uma fé digna de Abraão.

Quando, questionamos a falta de transparência na contagem dos votos, na apuração e nos dados eletrônicos emitidos pela urna eletrônica, a resposta que nos dão é a seguinte: "Pode confiar. É seguro. Tenha fé."

    Quando questionamos a obrigatoriedade de uma vacina que recebeu autorização para ser aplicada EM CARÁTER EXPERIMENTAL, assim como os possíveis efeitos colaterais que possa a vir a nos acometer, a resposta que nos dão é a seguinte: "Deixa de ser um negacionista. Você precisa acreditar na ciência. Você precisa ter Fé."

    Repara que, quando buscamos uma resposta racional, através de questionamentos plausíveis e justos, as respostas que nos dão são sempre, respostas dogmáticas. Sim, respostas dogmáticas mas sem nenhum apoio racional para tal. E essa é a principal diferença entre a crença da ciência e a fé verdadeira: a fé verdadeira sempre irá exigir a reta razão, enquanto que as crenças científicas irão exigir uma "fé" exclusivamente na palavra de Ministros ou agentes do Estado, que não possuem credibilidade alguma para exigir tal assentimento da nossa vontade.

    Por que tanto alvoroço, ao se exigir transparência nas urnas eletrônicas? A todo o momento, somos tratados como crianças e não como adultos responsáveis e inteligentes, ainda que uma inteligência mediana. Sim, mais do que a "fé" em suas palavras, um certo Ministro e tantos outros que pertencem ao establishment, é a negação da nossa própria inteligência ou do nosso direito inalienável de pensar.


    A fé verdadeira não exige uma negação da nossa inteligência mas é totalmente conforme à ela, inclusive, a exige sobremaneira.


sábado, 7 de abril de 2018

Presunção de inocência

O tema da presunção de inocência está muito em voga nesses últimos dias devido ao julgamento do Habeas Corpus do ex- presidente Lula da Silva.
Realmente a presunção de inocência está presente na Constituição Federal e que a restrição da liberdade é a exceção e não a regra, como foi afirmado por alguns Ministros do Supremo Federal.
Acontece que, a presunção de inocência é somente em caso de dúvida quanto à inocência do réu, o que não existe em caso de condenação em segunda instância. Para isso serve os Tribunais de instâncias superiores: para que se confirme se houve ilicitude na condenação ou não, emitida pelo Tribunal de 1ª instância. Por isso, é inapropriado defender a presunção de inocência quando já existe condenação na 2ª instância, pois foi esta mesma quem comprovou a culpa. E, para culpa comprovada, onde foi confirmada a legalidade da sentença, não existe mais a presunção de inocência.
Porque se existe a presunção de inocência Ad aeternum, então nunca haverá a confirmação da condenação, na qual o crime cometido e confirmado, exige reparação pública como um ato de justiça.
A prisão é a concretização da reparação pública, não só pelo dano causado ao ente público e a terceiros, mas ainda a reparação devido ao escândalo causado por um ex-representante do Estado.
Isso é o que existe em países onde existe uma Constituição definida e democrática, onde ninguém está acima da lei, ainda que a pessoa cause grande comoção social.
Para isso serve a Constituição: para salvaguardar o povo de seus excessos e para garantir a igualdade entre todos.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Os 3 Poderes da República



Hoje em dia, nos nossos tempos, existe uma grande tendência, provocada com mais exclusividade pela imprensa brasileira, de demonizar o Poder Legislativo e divinizar o Poder Judiciário.
Ora, se formos equiparar os três poderes da República, os mais republicanos dos três são justamente os mais atacados pela imprensa: o Poder executivo e o Poder legislativo pois ambos provém da escolha voluntária do povo.
Por mais estúpida que seja a escolha do povo, ainda assim ele tem o direito de escolher.
Já o Poder judiciário não é um poder que emana diretamente do povo. Além disso, cada ministro do STF possui cargo vitalício. Em outras palavras, os ministros do STF não dependem da vontade do povo para ocuparem seus cargos. Isso faz com que eles não se importem com a vontade do povo, expressa na Constituição Federal. Então, qualquer interpretação que fizerem da Constituição, mesmo que na prática, altere a própria Constituição, e tendo maioria simples de voto, é alterada a Constituição, sem qualquer satisfação mínima dada a nós, míseros mortais.
O Poder judiciário é o menos democrático dos três poderes porque o seu poder não emana da vontade do povo.
Então, se alguns ministros do STF tiverem compromisso com alguma agenda revolucionária, adeus Constituição, adeus direitos individuais, adeus Código Penal, adeus qualquer coisa que tenha relação com a democracia.
Ora, não foi o ministro Roberto Barroso quem definiu que até o 3º mês de gestação, o feto não é pessoa humana e, por isso, não é crime o assassinato do feto?
Quem é ele, para dizer quem deve viver ou morrer?
Muitos ministros afirmam que ninguém está acima da lei. Afirmam isso, obviamente, citando o Legislativo e o Executivo. Mas os ministros também não estão acima da lei e, por isso, não devem alterar a Constituição, nem dar interpretações descabidas à ela.
Essa forma de governo não é democrática mas oligárquica, onde os ministros do STF se comportam como uma casta superior, formada por intelectuais e influenciada pela Mídia, para obedecer à uma agenda ideológica.
Os Poderes que devem ser fortalecidos são justamente os Poderes mais atacados.
Atacando esses mesmos Poderes, é ferido a ordem democrática que os elegeu por vontade do povo que os escolheu.
Pensando dessa forma, um senador da República ou um deputado federal, são mais importantes que um ministro do Supremo.
Afinal, os ministros se sentem confortados nas suas cadeiras, pois o cargo que ocupam não veio de eleição e, ainda por cima, são vitalícios.
Que os ministros tenham mais respeito pela ordem democrática, pois dos três poderes, o menos democrático, é o Judiciário.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

O Estado











A nova moda agora de algumas lideranças de nossas instituições foi tratar o Estado como se fosse uma pessoa real, dotada de vontades, personalidade, etc, como disse um Ministro do STF na votação que permitiu o ensino religioso confessional nas escolas públicas: "O ensino religioso nas escolas públicas não pode nem deve ser confessional ou interconfessional, pois a não confessionalidade do ensino religioso na escola pública traduz consequência necessária do postulado inscrito na nossa vigente Constituição, da laicidade do Estado Republicano brasileiro." Em outras palavras, o Estado só será laico se não houver ensino religioso confessional.
Ora, o Estado apresentado nessas e em outras situações, parece mais um imperador mimado, cheio de vontades e totalmente autoritário. É como se o povo brasileiro, que é formado pelas famílias brasileiras, tivesse que abaixar a cabeça para a vontade soberana do Estado. Todo mundo sabe que o Estado é laico. Acontece que nós brasileiros, temos o direito de termos uma religião confessional e, ainda mais, temos o direito de que ensinem essa mesma religião nas nossas escolas. Afinal de contas, não é o Estado que irá sentar nas cadeiras, com o caderno nas mesas e os lápis nas mãos, serão nossos filhos.
E o fato de nós cidadãos, professarmos uma fé, e exigirmos que nossos filhos sejam ensinados nas escolas, nessa mesma fé, não afeta em nada a laicidade do Estado, até porque o Estado só existe enquanto organização. O Estado não é uma pessoal real, nem fictícia.
Acontece que, da forma como interpretam as vontades soberanas do Estado, parece até que ele é uma pessoa física, real.
Além do mais, o Estado deve fomentar os valores morais e religiosos das famílias brasileiras, que são exatamente o que faz do Brasil uma nação. E o ensino religioso contribui sensivelmente para aumentar e propagar esses valores de família que são heranças desde a fundação do nosso país.
É de conhecimento de todas as instituições brasileiras, a religiosidade do nosso povo e a profunda tradição religiosa herdada dos nossos colonizadores e que aceitamos e incentivamos a prática ao longo dos séculos. O Estado é somente e, tão somente, um conceito burocrático. São as nossas famílias brasileiras, de carne, osso e de fé, que formam e edificam a nossa nação brasileira.
Em tempos de crise institucional e financeira, e de avançada corrupção, até os níveis hierárquicos mais altos, como negar o salutar auxílio trazido pelos valores morais e religiosas de nossa fé confessional?
Chega desse conto de fadas de achar que o Estado possui uma vontade que difere da vontade da maioria do povo brasileiro.
Que nossas escolas tenham sim, ensino religioso facultativo, pois nós não somos ateus. Somos homens e mulheres de fé. Somos brasileiros.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Dia Internacional da Mulher

É triste vermos em nossa sociedade, como o ativismo ideológico tem prejudicado e roubado a liberdade e a alegria das pessoas, infundindo-lhe ideias falsas e fazendo-a acreditar nelas.
Uma dessas ideias falsas é justamente essa ideia contínua da desigualdade de direitos entre homens e mulheres. "Todos são iguais perante as leis". A igualdade de direitos já existe em nossa Constituição mas ainda assim, sempre repete-se o mesmo jargão, justamente com a intenção de provocar na mulher sentimentos de revanchismo, vitimismo e revolta contra o sexo masculino.
Nesse trabalho (de manipulação), estão envolvidos a grande mídia, os sistemas educacionais, as fundações nacionais e internacionais e alguns órgãos, também nacionais e internacionais.
Todo esse esforço é para incutir na cabeça de homens e mulheres, uma luta de classes, fazendo-os acreditar justamente no que querem que acreditem.
Nesse ínterim, entram pseudo-profissionais, com falsas informações, falsos dados estatísticos, para fins de justificação de todo esse ativismo ideológico e psicológico.
Então, aquela mulher simples, que passou a vida de forma tranquila e serena, vivendo feliz, de tanto ativismo ideológico e psicológico, começa a pensar: "eles estão me defendendo. Quero ver meus direitos. Preciso pensar mais em mim." Então, começa a manipulação com o intuito de mudar o pensamento das pessoas pois mudando o pensamento, as pessoas mudam.
É mentira pensar que as mulheres de nossos tempos são mais felizes que as mulheres do passado.
É mentira pensar que as mulheres só irão se realizar como mulheres, através de aquisições materiais e status social.
É mentira pensar que as mulheres tem que ser iguais aos homens.
É mentira pensar na ideologia de gênero como algo que vá favorecer a mulher.
Todas essas mentiras, porém, são colocadas como verdades, todos os dias para as mulheres, às deixando confusas e aflitas, fazendo-as esquecer do grande papel que possuem na sociedade.
Tornar a mulher igual ao homem é despersonificar a mulher. É inclusive, desmerecer a mulher.
A mulher não merece ser igual ao homem porque a mulher é mulher, tem qualidades específicas que nenhum homem jamais terá. Tem uma ternura, uma docilidade, um amor, que homem algum jamais terá.
A mulher é tão especial, que deveria se sentir ofendida quando propuseram direitos iguais ou quando quiserem igualá-las aos homens. Isso sim, é um verdadeira ofensa à mulher: querer igualá-la ao homem.
Não. A mulher é especial justamente por ser mulher.
A "luta" pelos direitos iguais não é uma luta pela mulher. É uma luta por uma ideologia que precisa da adesão de homens e mulheres, para que possa acontecer.
A "luta" pela mulher é justamente lutar por tudo aquilo que torna a mulher cada vez mais feminina, cada vez mais dócil, terna, determinada, perseverante, pronta à dar a vida pelos filhos e não tirar a vida dos filhos.
Isso sim, é favorecer a mulher. Torná-la cada vez mais mulher. Principalmente uma mulher que não se deixa manipular pelas ideologias ou pelas modas mas uma mulher que é fiel aos seus princípios até o fim da sua vida.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

A Falácia do Ministro Luís Barroso: Quando o Supremo quis legislar

                                                           Código penal

Artº 124 - Provocar aborto em si mesma ou permitir que outrem lho provoque:
                 Pena: detenção, de 1(um) a 3 (três) anos.

Art° 125 - Provocar aborto, sem o consentimento da gestante:
                  Pena: reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos.

Artº 126 - Provocar aborto, com o consentimento da gestante:
                  Pena: reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.

                                                          Código civil

  Artº 2 - A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro.

Porém, para o Sr. Luis Barroso, no seu voto-vista "é preciso conferir interpretação conforme a Constituição aos próprios artigos 124 a 126 do Código Penal - que tipificam o crime de aborto - para excluir do seu âmbito de incidência a interrupção voluntária gestação efetivada no primeiro trimestre".
                 
Nota: Ao excluir do âmbito de incidência a interrupção voluntária até o terceiro mês gestacional, o Ministro não está interpretando, como supõe fazer mas alterando a lei.
 
" [...] a criminalização, nessa hipótese, viola diversos direitos fundamentais da mulher, bem como o princípio da proporcionalidade"      

Nota: Os direitos fundamentais da mulher são os mesmos direitos fundamentais do nascituro, visto que "todos são iguais perante a lei", sendo no entanto, o direito à vida o primeiro e maior de todos os direitos,  no qual, sem a garantia deste, nenhum outro direito subsequente pode existir.
No que tange ao princípio da proporcionalidade, o Estado deve sempre proteger o caso que mais necessita de sua proteção, o mais indefeso. Dentro desse caso, o Estado deve sempre optar, seguindo o princípio da proporcionalidade, pelo feto.
                            
                                                      Declaração Universal dos Direitos Humanos

Artº 3 - Todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança.

" A criminalização é incompatível com os seguintes direitos fundamentais: os direitos sexuais e reprodutivos da mulher [..]".
 
 Nota: Na Constituição Federal de 1988, no Artº 5, que fala sobre os direitos fundamentais, individuais e coletivos, informa 78 direitos, mas nenhum direito que fala sobre os direitos sexuais e reprodutivos da mulher. Os direitos sexuais e reprodutivos da mulher não são direitos fundamentais. 


"[...] ser obrigada pelo Estado a manter uma gravidez indesejada, a autonomia da mulher, que deve conservar o direito de fazer suas escolhas existenciais; a integridade física e psíquica da gestante, que é quem sofre, no seu corpo e no seu psiquismo, os efeitos da gravidez; e a igualdade da mulher, já que homens não engravidam [...]".

Nota: Escolhas existenciais, integridade física e psíquica são questões subjetivas e, em se tratando de leis penais, estas devem sempre se basear em questões objetivas, para ter alguma validade.
De qualquer forma, o Estado dispõe da adoção de crianças, onde existem milhares de mães que não podem engravidar, aguardando a oportunidade de serem mães de fato.
Os homens não podem engravidar mas as mulheres não podem ejacular. As diferenças não significam desigualdades. A Constituição Federal já garante igualdade de direitos.
Segundo o senso comum, é justamente o fato de engravidar, que torna a mulher mais especial que o homem, a dizer do jargão popular: Mãe é mãe.

"estas mulheres [...] recorram ao sistema público de saúde para se submeterem aos procedimentos cabíveis. Como consequência, multiplicam-se os casos de automutilação, lesões graves e óbitos.

Nota: O fato de mulheres recorrerem ao aborto clandestino não justifica a legalização do aborto, pois é sempre um atentado à vida. Enquanto, segundo o Autor, a mulher opta pela morte do nascituro por questões subjetivas, ocorre de fato, a morte do embrião, de forma objetiva e fatal. No ramo do Direito a questão objetiva sempre prevalece da subjetiva, pois se não fosse assim, nenhuma lei seria justificadamente válida.

"Anote-se por derradeiro, que praticamente nenhum país democrático e desenvolvido do mundo trata a interrupção da gestação durante o primeiro trimestre como crime, aí incluídos Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Canadá, França, Itália, Espanha, Portugal, Holanda e Austrália".

Nota: Um país democrático e desenvolvido realmente representa a vontade da grande maioria do seu povo, em vez de citar casos externos que não tem nenhuma relação com a governança em favor do povo. O povo brasileiro rechaça veementemente a prática do aborto, inclusive demonstrou no Congresso Nacional. Ademais, não é competência do Judiciário legislar. Isso configura abuso de poder.

Íntegra da explicação do magistrado: Disponível em: http:<//s3-sa-east-1.amazonaws.com/uploads-br.hipchat.com/83016/598517/ROCsjPtDyDTSwUo/art20161130-01.pdf/>. 

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

EMENDA 98 - PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI

Aos pais, professores, alunos e cidadãos de bem do município de Niterói e municípios vizinhos.
 Recentemente houve uma tentativa brusca, covarde, infame e cruel, do ensino do gênero na educação pré-escolar e infantil, através da ideologia de gênero contida no plano municipal de educação de Niterói, sendo que esse mesmo projeto já foi vetado em âmbito federal.
  Sob o eufemismo de tolerância, amor, respeito, solidariedade, pretendem ensinar as crianças que ser homem ou ser mulher, ou ser qualquer coisa corresponde a uma escolha social e não um fator de identidade biológico. Pretendem também ensinar as mais perversidades sexuais, sob o título de educação sexual e de gênero, para doutrinação em mentes que ainda estão em formação, como as mentes das crianças.
Pretendem fazer isso, mesmo sem a autorização dos pais, mostrando uma interferência direta do Estado na educação, que é dever primordial dos pais darem a seus filhos.
Nesse caso, os pais poderão até serem presos, acusados de impedir o Estado de educarem seus filhos.
Sem falar que esse plano de educação tem duração de 20 anos, fazendo com que uma geração de crianças sejam doutrinadas na cruel forma de perversão sexual, com suas reais identidades roubadas, manipuladas e etc.
Bom, a emenda 98 é a emenda que proíbe radicalmente o ensino de qualquer coisa relacionada à ideologia de gênero para nossas crianças e adolescentes.
Essa mesma emenda já foi aprovada pela Câmara Municipal de Niterói, em audiência pública, a qual recolheu milhares assinaturas de cidadãos niteroienses apoiando e pedindo a aprovação da emenda 98
Aconteceu que, determinados grupos anti-família pressionaram o prefeito de Niterói, fazendo com que ele vetasse a emenda 98, que é a emenda que proíbe o ensino do gênero para as crianças.
O mesmo prefeito junto com o presidente da Câmara Municipal de Niterói, marcou uma audiência extraordinária para o dia 09 de agosto, terça-feira, às 10:00hs, para que seja aprovado pela Câmara Municipal o veto da emenda 98.
O horário marcado, a pressa com que foi marcado e na época em que foi marcado, durante as Olimpíadas, é de uma estranheza sem par.
Por isso, todos os cidadãos niteroienses de bem são chamados a participar da votação amanhã, na Câmara Municipal de Niterói, para pedir aos vereadores, que nos representam, a vetar o veto do prefeito e aprovar a emenda 98, para o bem da educação dos nossos filhos e felicidade de nossas famílias.

terça-feira, 29 de março de 2016

Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher



800 (800×450)
"irmão gêmeo segura a mão da irmã."

Existe um projeto de lei, que será votado no dia 29/03/2016 na Câmara, chamado PRC 107, que cria a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.
Citando parte do texto: " Colaboração com entidades não governamentais, nacionais e internacionais, que atuem na defesa dos direitos da mulher."
Ora, essas entidades não governamentais são justamente as principais fundações internacionais responsáveis pela promoção do aborto no mundo, considerando o aborto como um direito da mulher, como se o filho fosse uma coisa e não um ser humano independente da mulher.
Essa Comissão também substituiria a Comissão de Seguridade Social e Família, por ser esta comissão majoritariamente contrária ao aborto.
Com isso, cria-se uma lei conhecida como "Cavalo de Tróia", ou seja, tem aparência de defesa da mulher mas por trás, o único interesse é a promoção do aborto, sem se importar com as trágicas consequências que o aborto trás para a mulher, como aumento do índice de suicídio, depressão, aumento do uso de drogas e álcool, pesadelos frequentes, impossibilidade de engravidar, entre outros, sem falar da altíssima gravidade que é tirar a vida de um ser indefeso, de um próprio filho gerado no ventre.
Segue abaixo, contatos das lideranças da Câmara.
Devemos manifestar nossa opinião e nossa posição ante esse projeto cruel e vil, que quer tornar legal a matança de inocentes.
lid.pmdb@camara.leg.br; lid.psdb@camara.leg.br; 
lid.pp@camara.leg.br; lid.pr@camara.leg.br; 
lid.psb@camara.leg.br; lid.psd@camara.leg.br; 
lid.ptb@camara.leg.br; lid.dem@camara.leg.br; 
lid.prb@camara.leg.br; lid.pmb@camara.leg.br; 
lid.pdt@camara.leg.br; lid.solidariedade@camara.leg.br; 
lid.psc@camara.leg.br; lid.pros@camara.leg.br; 
lid.pv@camara.leg.br; lid.phs@camara.leg.br; 

Facebook: 
https://www.facebook.com/DeputadoEduardoCunha/?fref=ts 

Twitter: @DepEduardoCunha 

Telefone: (0 xx 61) 3215-8000 / 3215-8004 / 
3215-8005 

Fax: (0 xx 61) 3215-8044 

E-mail: presidencia@camara.gov.br 

email: dep.eduardocunha@camara.leg.br 

Fale com o Presidente: 

http://www2.camara.leg.br/a-camara/presidencia/multimidia/fale-com-o-presidente 

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Zika e a promoção do aborto

Há muito tempo atrás, alguns homens da sociedade afirmavam que os judeus não eram seres humanos, e o que aconteceu? Milhões de mortes de pessoas inocentes. Tempos mais tarde, outros homens afirmavam que os negros não eram homens, e o que aconteceu? Milhares de mortes injustas, ofensas à dignidade e aos direitos dos negros.
Hoje em dia, alguns homens afirmam que as pessoas deficientes não são seres humanos e com isso, querem legalizar a matança de bebês deficientes, especificamente, com microencefalia. Ora, se essa bárbarie acontecer, mais seres humanos inocentes irão morrer de forma covarde, cruel e desumana.
Esse homens que afirmam quem é ou quem não é ser humano, ou, quem é ou quem não é, digno de existir, são os mesmos que matam essas pessoas indefesas de forma cruel, desumana e covarde.
Agora eu pergunto, quem são esses promotores da morte para dizer quem é ou quem não é digno de viver; quem é ou quem não é ser humano?
Quem são esses senhores, que como juízes do Julgamento Final, escolhem arbitrariamente, as pessoas dignas de viver e as dignas de morrer?
Quem são esses juízes que, pelo simples fato de uma pessoa, um bebê, um feto, ter uma deficiência física ou mental, condenar à morte pessoas inocente, enquanto os criminosos, até de crimes brutais, recebem anistia à torto e à direito?
Quem são esses executores que ficam horrorizados com o terrorismo e falam em combater severamente mas que, ao mesmo tempo, querem legalizar a morte de centenas, milhares, de bebês, pelo simples fato de ter algum tipo de deficiência?
Quem são esses pseudo representantes da sociedade, que com, cinismo heroico, simplesmente fingem estar defendendo os interesses da Nação, e ignoram os apelos da maioria das famílias brasileiras que são, notoriamente, contrárias à prática do aborto?
Quem são esses sujeitos hipócritas que derramam lágrimas na frente das câmeras, mas por trás delas, tem suas mãos sujas de sangue, suborno e corrupção?
Quem são esses pseudo- profetas que querem doutrinar a sociedade, através de conversas maliciosas, dizendo o que devemos ou não fazer?
Abaixo contra toda essa raça de víboras que querem matar nossos filhos, à custa de propaganda falaciosa, desonesta e corrupta, para obedecer à uma agenda internacional de controle de natalidade.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Comunismo e anarquismo



O comunismo não é, nunca foi e nunca será uma forma legítima de Governo, pois o comunismo é essencialmente um anarquismo disfarçado.
O anarquismo não é somente a ausência de um governo definido. O anarquismo é ausência de civilidade, de civilização. E o comunismo é uma ausência de civilização. O comunismo não se respeita nenhum dos direitos fundamentais, inalienáveis e inegociáveis que existem de fato, mesmo que os próprios comunistas neguem isso veementemente.
É negando as bases fundamentais das quais é composta uma sociedade civilizada, de pessoas igualmente civilizadas, que o comunismo deixa de ser um Governo legítimo, se tornando uma anarquia, em outras palavras, desordem de toda espécie, como se nós homens, fossemos de fato, destituídos da nossa própria razão.
Uma política anárquica, como é o comunismo, é uma forma de governo, que abriu mão do uso de sua própria razão, invertendo totalmente os papéis, entre pessoas e coisas, onde por isso, não é possível compor uma sociedade verdadeiramente humana e fraterna.
Não existe civilização numa forma autoritária de poder como o comunismo.
O comunismo rouba tudo das pessoas, sua liberdade, sua crença, sua esperança, sua propriedade, fazendo as pessoas se comportarem como verdadeiros animais, favorecendo toda a sorte de imoralidade e baixeza.
Então, as pessoas esquecendo-se que são pessoas, se tornam presas fáceis para a instauração de um poder totalitário que visa a escravidão da sociedade.
Então, como reconhecer a legitimidade de um poder assim? A legitimidade de um Governo assim? Onde os opositores são torturados, massacrados, mortos, em nome de uma pseudo-democracia que só engana crianças de creche?
O comunismo é a forma de anarquismo mais suja, vulgar, iníqua, que já surgiu na face da Terra, porque apresenta um "pacote" bonito,inocente, solidário, fraterno, mas dentro dele se encontra uma verdadeira bomba capaz de destruir toda a forma de civilização que existe e que foi conquistada e apreendida ao longo dos séculos.
Quando os comunistas e os anarquistas falam que existem coisas que já estão ultrapassadas, eles estão se referindo às mesmas coisas que fazem uma sociedade civilizada ser uma sociedade civilizada.
O comunismo nasceu para destruir a civilização e não descansará até conseguir.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Índios modernos

Infelizmente, depois de mais de quinhentos anos, o Brasil permanece com a mesma cultura de índio.
Se antes, trocava determinados favores por espelhos, hoje faz pior, troca cargos, dinheiro, poder, em troca da democracia, da justiça, da dignidade e  do interesse de milhões de brasileiros.
Basta o Governo oferecer determinados favores, indicando pessoas nos três Poderes, para que a democracia caia ladeira abaixo, como outrora caiu a torre de Babel.
E por que isso acontece?
Porque essas pessoas públicas se vendem por um punhado de "espelhos", perpetuando assim, a cultura interesseira, mesquinha, materialista, de índio, em que prefere os interesses pessoais em detrimento dos interesses de uma nação.
Essas mesmas pessoas, os " índios modernos", de terno e gravata, não conseguem ver nenhum bem que não lhe garanta nenhum benefício material ou status de poder.
E o pior não é isso,  o pior é que milhares de brasileiros que vivem de forma decente e honesta, ficam  como que, de mãos atadas, ante esses falsos representantes do povo brasileiro.
Primeiro, porque existem cargos que não são elegíveis e que é o próprio Governo quem indica e escolhe. Segundo, existe uma distância tão grande entre o que o povo brasileiro quer e o que os eleitos fazem, onde o próprio veículo de informação que deveria servir de aproximação entre os eleitos e os eleitores, forma uma barreira  impedindo que a opinião pública se manifeste, restando somente a internet, como veículo de manifestação pública.
E, sinceramente, o que esses índios modernos irão ganhar com tudo isso?
Por mais que ganhem status, poder, dinheiro, etc,  estão   perdendo, porque só serão lembrados na História como alguém que vendeu a alma para um Governo corrupto, corruptor e cínico por excelência.
Não adianta entrar em debate com uma pessoa cínica, porque a pessoa cínica "pinta" algo que não existe e enquanto você debate com algo concreto, o cínico entra no campo da fantasia e faz com que as palavras caiam no vazio.
A cultura de índio impede o  progresso social, cultural, econômico e espiritual de uma Nação, pois não se visa  em nenhum momento, o bem comum e a felicidade das pessoas.
Se visa somente o próprio interesse, utilizando muitas vezes o recurso da retórica para justificar os atos injustos, mentirosos e desonestos.
Enquanto houver essa cultura de índio, o Brasil nunca será realmente dos brasileiros.
O Brasil será de um grupo estrangeiro que dominará sobre  nós e nossos filhos.
O Brasil continuará sendo uma colônia.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

A confusão da linguagem - parte I

A crise que o mundo moderno vive é, essencialmente uma crise de linguagem, visto que, como o homem não tem o domínio ou o poder de mudar a natureza das coisas ou a  realidade das mesmas, é através da linguagem, ou seja, da capacidade de dar nome às coisas, que o homem moderno quer revolucionar o mundo, tentando excluir Deus da História.
Explico: o homem não tem poder de fazer com que as coisas deixem de ser o que são e muito menos o poder de criar coisas inexistentes mas, infelizmente, o homem tem o poder de confundir as coisas e o faz através da linguagem. A linguagem é portanto o único campo onde o homem pode alguma coisa e é através desse campo que ele pretende reinventar uma nova realidade para os homens e para o mundo.
O grande mal nisso é que a linguagem tem também um poder de sedução fazendo com que as pessoas deixem de enxergar simplesmente a verdade e a realidade e passem a acreditar em algo irreal e fictício.
Por exemplo: Não é verdade que só porque Freud falou que todo homem tem tendência bissexual, que todo homem realmente o tenha. Isso é racional, porém diante de tanta pressão psicológica e cultural, as pessoas podem passar a acreditar que realmente seja assim.
Isso acontece porque a linguagem pode exercer um domínio sobre a mente das pessoas, fazendo com que fujam da realidade e acreditem em uma mentira. E isso constitui o grande perigo da linguagem.
Repito, os homens nada podem fazer em relação à realidade e à natureza das coisas mas podem prejudicar nossa relação com a realidade e a natureza das coisas através de uma linguagem sedutora e ideológica.
Outro exemplo: Não é porque alguns militantes da ideologia de gênero afirmam que o homem e a mulher são construções sociais e portanto devem escolher o que querem ser, inclusive negando a própria evidência da biologia, da natureza, da filosofia e da lei natural, que realmente seja como eles dizem ser.
Porém, através da sedução da linguagem, eles podem "aprisionar as mentes" fazendo com que acreditem numa mentira e percam o contato com a realidade.
Em outras palavras, é através da linguagem que nos relacionamos com a realidade. Como os homens nada podem fazer quanto à realidade, querem através da linguagem, fazer com que deixemos de nos relacionar com a realidade.
E o homem, ao perder contato com a realidade, se torna objeto de manipulação nas mãos de terceiros.
Mais um exemplo: não é porque um ditador mata os oposicionistas afirmando que está defendendo a democracia, que ele realmente o esteja fazendo pois na realidade, esse ditador está sendo um bárbaro defendendo os seus próprios interesses e agindo com injustiça.
Foi através da linguagem que Hitler manipulou a mente de milhões de alemães, fazendo-os acreditar que seriam uma raça pura e por isso deveriam exterminar os de raça impura.
A grande função da linguagem é fazer com que nos relacionemos com a realidade e conseguinte, com a verdade, porém se usada como objeto de manipulação, ela passa a ter o poder de controlar as mentes e, por isso, a vida das pessoas.
.

domingo, 16 de agosto de 2015

Lei das drogas

A lei das drogas seria uma lei que descriminalizaria o uso pessoal de drogas. Porém existem muitos questionamentos que nem os Poderes Públicos nem a sociedade conseguem responder.
Primeiro, é de conhecimento mundial o grande mal que as drogas fazem, não só ao indivíduo, mas também à própria sociedade, tendo em vista que a grande maioria dos crimes que acontecem no país, tem motivação direta e indireta com o tráfico de drogas.
Segundo, o próprio Estado não consegue solucionar o drama de milhares de famílias que tem seus filhos entregue às drogas. Cito principalmente as chamadas "cracolândias" onde centenas, e até milhares de crianças se prostituem para consumir uma pedra de crack.
Querer legalizar as drogas é penalizar não somente os usuários mas os familiares também que, em muitas circunstâncias, sofrem mais do que os próprios usuários.
Querer legalizar as drogas é banalizar o sofrimento de milhares de famílias que tem os filhos escravos do vício e até filhos que morreram devido ao vício.
Querer legalizar as drogas é contribuir diretamente com o tráfico de drogas, com assaltos, sequestros, lavagem de dinheiro, tráfico de armas e de pessoas, homicídios, estupros e toda sorte de crimes relacionados com a venda de drogas.
Querer legalizar as drogas é marginalizar cada vez mais as pessoas, visto que o uso de drogas afeta profundamente a consciência psicológica do usuário e com isso, sua própria vida social, deixando o mesmo à margem da sociedade.
Querer legalizar as drogas, é um ato profundamente insano, desonesto, injusto e cruel.
Ora veja, cito mais uma consequência da legalização das drogas: se a Polícia tem uma dificuldade enorme em fiscalizar motoristas que dirigem embriagados, que se dirá de motoristas que dirigem embriagados e drogados. Haverá Pessoal suficiente para fiscalizar e aplicar as multas para toda essa gente, caso as drogas sejam legalizadas?
O Estado disporá também, além de tropas policiais, de mais bombeiros, mais ambulâncias e outras coisas que são pertinentes à segurança pública, como em caso dos viciados, em vez de trabalhar, querer assaltar e roubar as vítimas?
As drogas afetam profundamente toda a estrutura fundamental da pessoa, sua vida fisiológica, psicológica, moral, espiritual, social, familiar, fazendo dessa pessoa, uma pessoa desfigurada e desumanizada.
Tantas consequências poderia ainda falar à respeito da legalização das drogas.
O sofrimento de tantas pessoas e famílias não pode ser deixado em vão.
Para que tenhamos uma sociedade sadia, justa e fraterna, precisamos favorecer e promover a dignidade da pessoa humana.
A legalização das drogas é um atentado à dignidade da pessoa humana, da família e da sociedade, na qual é formada pelo conjunto das famílias.

domingo, 8 de março de 2015

Mensagem à uma abortista


1F2A6.jpg (391×245)
Flávia,
Em relação à publicação que fez no jornal O Globo, neste domingo, dia 8 de março de 2015, gostaria de ter o direito de resposta, coisa que não existe, diga-se de passagem, nos meios de comunicação.
Primeiramente, não precisava inventar uma nova palavra: " fetoostentação"
No dia internacional da mulher é preciso, sim, exaltar aquilo que lhe é mais característico, mais forte, mais natural e mais humano: o amor materno.
O orgulho de ser mulher e de ser mãe. De ser uma portadora da vida.
Não se trata de nenhuma barreira religiosa. Se trata de um filho.
Nós também fomos feto um dia.Mas não somente um feto mas filho.Fomos gerados no ventre quente e acolhedor de nossas mães.
E nascemos. Sim, Flávia, hoje você só pode defender o aborto porque você já nasceu. Você não foi despedaçada, nem envenenada, nem jogada no lixo e na privada. Graças a Deus.
Mas nem todos, infelizmente, tem a mesma sorte.
O feto está dentro do corpo da mulher mas não faz parte do corpo da mulher.
É uma vida independente. Por isso, seguindo o curso natural, faço questão de frisar o natural, nós nascemos com olhos próprios, boca, órgãos, tudo, então como poderíamos ser parte do corpo de uma mulher? Nós respiramos por conta própria.
Quanto aos números, em se tratando de Brasil, fica difícil de acreditar.
Mas mesmo que fosse verdade, a solução para a mulher seria um aborto seguro?
Em outras pesquisas, afirmam que não, porque a maioria das mulheres que cometem aborto, acabam sofrendo drásticas consequências psicológicas, como depressão, uso abusivo de drogas e álcool, tentativa de suicídios, etc.
Afinal,.o feto é o filho.
Poderíamos até dizer: "filhoostentação". Sim, filhoostentação. Orgulho de ser mãe.
Afinal, como diz o ditado popular: " ser mãe é padecer no Paraíso.
Agradeça à sua mãe por não ter te abortado.
As mulheres são portadoras da vida, e não da morte.