terça-feira, 29 de julho de 2014

O culto à loucura e a crise do modernismo



A crise do modernismo se dá, principalmente, pelo modernismo cultuar a loucura.
Sim, ao romper com todos os alicerces do pensamento, da linguagem, da filosofia, das artes, da religião, presentes na história humana, o modernismo declara guerra à razão e, por rancor, cultua a loucura.
Sem apresentar uma resposta eficiente e sequer, uma resposta verdadeira, o modernismo buscou espaços através da contradição, isto é, contradizer tudo àquilo que já estava estruturado dentro da sociedade.
Pior, o modernismo tentou recriar, num "piscar de olhos", tudo àquilo que a inteligência humana, a filosofia, as artes, a religião católica, a experiência humanitária, as boas obras dos santos, alcançaram ao longo dos séculos e, negando todo o patrimônio cultural e espiritual milenar, quiseram reinventar um novo modo de viver. Melhor, quiseram inventar uma nova realidade.
Acontece porém que inventar uma nova realidade, negando à realidade existente de fato é próprio dos loucos.
Por cultuar a loucura foi que o modernismo entrou em crise." Não existe raiz em si mesmo. É de momento"
Isso mesmo. O modernismo não pode dar respostas aos questionamentos profundos do coração do homem simplesmente porque não as possui.
O modernismo é, na realidade, uma grande mentira, uma verdadeira anedota, que nos contaram mas esqueceram de falar no final do conto: " ..... mas é mentira."
Ao tentar destruir os alicerces que sustentam o pensamento humano, o próprio modernismo foi o primeiro a ruir pois os mesmos alicerces que tentam destruir são os alicerces que sustentam a humanidade, baseados em valores morais e espirituais eternos e ratificados ao longo dos séculos.
Por isso, " a própria maldade o condena", pois até quem pratica o mal só permanece de pé por causa do bem.
Querer acabar com o bem é lutar pela própria auto-destruição.
O modernismo falhou ao negar a realidade existente, cultuando a loucura.
Lutando contra a base que o sustenta, ele mesmo será o primeiro a ruir.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Protestantismo e Marxismo






Há quem diga que não exista nenhum tipo de ligação entre o protestantismo criado por Martinho Lutero e depois por Calvino e comunismo fundado por Karl Marx.
No entanto, ao examinarmos minuciosamente, veremos que existe mais semelhança que dessemelhança.
Primeiro, tanto o protestantismo quanto o marxismo visavam destruir as bases e as estruturas de ordem. O primeiro de ordem religiosa e o segundo de ordem política e social. É a chamada "política ou cultura de destruição" que visa destruir todos os dogmas, conceitos e verdades existentes.
Segunda coisa, ambos tem caráter revolucionário e não de reforma, como muitos dizem.
O protestantismo nasceu de um ato revolucionário e não reformatório, porque simplesmente negava as verdades mais fundamentais da fé católica. O marxismo, ao combater o capitalismo, ele não oferece soluções imediatas, eficazes ou duradouras, ele somente incita à violência e à desordem sem jamais dar uma resposta eficiente e justa aos problemas relatados.
Quando analisamos que Karl Marx recebeu educação protestante de seu pai, fica mais evidente ainda, ter usado, digamos assim, a mesma "tática" usada por Lutero, na sua revolução, que foi acusar desordenadamente tudo àquilo que servia de base para a sociedade, sem no entanto, oferecer nenhuma solução para os problemas apresentados. Não ofereceu nem oferecerá porque os revolucionários precisam sempre de algo concreto, de algum problema para ter qualquer pretexto para protestar e assim, chegar de alguma forma, ao poder. Evidente que nunca houve, nem nunca haverá, nenhuma sociedade totalmente justa mas é possível, através do esforço pessoal de cada um e com a ajuda de Deus, chegar quase perto de uma sociedade justa. No entanto, o marxismo precisa do mal para justificar seus atos revolucionários, fazendo com que esse mal se prolifere de maneira cada vez maior, mais sanguinária e violenta. Nesse sentido, o que existe em comum entre o protestantismo e o marxismo é o "discurso de destruição" onde se visa destruir as bases da religião e da economia, sem no entanto, apresentar nenhuma solução.
Outra característica em comum é a falta de capacidade que ambos tem em não aderir à uma discussão, dispondo as mesmas regras de argumentação. Tanto os protestantes quanto os marxistas fogem da discussão, ou melhor, não discutem, só acusam.
E pior, acusam sem nenhuma apresentação de argumentos realmente válida, somente pela força da retórica, pelo malabarismo de palavras, tornando impossível uma linha contínua de raciocínio.
Tanto um quanto o outro, se baseiam somente em joguetes de palavras, em retórica e demagogia, afastados porém da realidade das coisas e da verdade.
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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Pornografia: Vença essa droga



Inúmeros estudiosos do comportamento humano e de outras áreas chegaram a conclusão que os efeitos que a pornografia produzem no cérebro humano são os mesmos efeitos que outras drogas ilícitas produzem, fazendo com que aja uma verdadeira dependência química e psíquica do material pornográfico.
Isso porque, em se tratando de matéria sexual, acontece em nosso cérebro inúmeras reações químicas, motivadas pelas imagens pornográficas. Também influencia fortemente o fator emocional onde, depois de instantes de prazer, logo em seguida, vem uma frustração profunda, para não dizer tristeza e depressão.
Todo esse quadro diagnóstico se repete de maneira igual quando se utiliza drogas ilícitas, onde existe uma dependência química e emocional e onde os efeitos( prazer seguido de frustração) são os mesmos.
Poderíamos ainda falar outros fatores, tais como, fuga da realidade, auto-afirmação, que também são comuns em ambos os casos.
Outra coisa em comum é a extrema dificuldade que um viciado em pornografia tem em sair do vício, tal qual acontece com o viciado em maconha, por exemplo.
Os efeitos no cérebro humano também são muito danosos, como perda de criatividade, raciocínio, chegando ao ponto, em casos extremos, de se tornar uma paranoia, uma obsessão, uma patologia.
Não existe nenhum estuprador que antes de cometer o crime não tivesse consumido conteúdo pornográfico.
Poderíamos falar ainda em outros casos extremos em que os jovens chegam a cometer suicídio devido à falta de sentido em suas vidas, adquirido pela falta de estrutura familiar e por ter consumido durante muitos anos, material pornográfico.
Inúmeros casamentos acabados, famílias destruídas, enfim os malefícios são numerosos.
É importante a sociedade ter em mente que a pornografia é uma droga e um grande mal para o indivíduo, para a família e a sociedade, pois infelizmente devido à nossa permissividade, o mercado pornográfico tem crescido e destruído cada vez mais nossas famílias e as pessoas em geral, tornando-as cada vez mais insensíveis e egoístas, incapazes de qualquer sacrifício.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Racismo e homossexualismo

Nós vimos, durante a Copa do Mundo no Brasil, nas quartas-de-finais, a leitura de um documento que supostamente seria um protesto contra o racismo. Acontece que, as pessoas que fizeram tal documento, incluíram o termo "gênero". Ora, esse termo não existe nem na nossa Constituição, nem no nosso Código Penal. Não existe porque esse termo foi inventado há pouco tempo para difundir a cultura homossexual.
Esse termo é ao mesmo tempo, ambíguo e confuso, onde os próprios propagadores desse termo não conseguem ainda defini-lo. Talvez tenha sido criado com essa finalidade.
Vamos analisar então esses dois termos: racismo e homossexualismo.
Segundo o dicionário Aurélio, um dos mais tradicionais de nosso país, a palavra racismo significa: " Sistema que afirma a superioridade de um grupo racial relativamente aos outros..".
Ou seja, o racismo é um ato onde se considera uma raça( branca, parda, indígena, negra,etc) superior à outra. Isso é um ato totalmente ilegal e desumano, pressupondo que uma pessoa é melhor que a outra somente por ser de uma determinada raça.
Agora vejamos o significado da palavra homossexualismo.
Segundo o dicionário Aurélio, a palavra homossexualismo significa: " atitude sexual entre dois indivíduos do mesmo sexo."
Então uma coisa é racismo e outra coisa totalmente diferente é homossexualismo. Essa atitude que muitos tentam e querem fazer é totalmente equivocada e maldosa porque uma coisa é a pessoa discriminar outra simplesmente pela sua raça ou origem, outra coisa totalmente diferente é um pessoa discordar de um determinado comportamento por razões pessoais sérias e fundamentadas.
Querer tornar o homossexualismo mais aceitável perante a sociedade, confundindo-o com racismo é violentar com a consciência individual que cada ser humano tem o direito e o dever de obedecer com liberdade.
A imposição de uma ideologia para a mudança social em detrimento de valores morais e religiosos enraizados ao longo dos séculos constitui um verdadeiro crime contra a Humanidade.

domingo, 6 de julho de 2014

A exclusão de Deus

Há muito, muito tempo, em terras longínquas, existia um povo onde as pessoas andavam com os pés e as mãos nos chãos, à exemplo dos animais quadrúpedes.
Desde a mais tenra idade, quando os bebes começam a engatinhar, os adultos os incentivam a permanecer assim, de modo que, continuassem a andar de quatro mesmo tendo condições para andar de pé.
Nas escolas ensinavam às crianças que os homens são puros animais, que não existe Deus, que eles devem liberar, cada vez mais e com maior potencialidade, os mais perversos e animalescos instintos do homem.
Era um povo triste, sem esperança, sem perspectivas, sem Fé.
Muitos desses habitantes, por incrível que pareça, acabavam por se acostumar com a própria tristeza, em uma mescla de masoquismo e desespero, e preferiam continuar mergulhados na tristeza do que abandonar seus vícios. Preferiam comer migalhas de desumanização à se banquetear dos mais deliciosos e saborosos manjares de virtudes humanas e sobrenaturais.
Enfim, todos foram enganados, ou se deixaram enganar. Alguns charlatões prometeram um " paraíso na terra" sem Deus. Disseram que a suprema felicidade seria se regalar nos vícios e nos prazeres.
Pior, falaram que o amor é sinônimo de prazer e egoísmo.
E muitas outras coisas falavam para enganar os habitantes dessa cidade. Na verdade, tudo foi minuciosamente pensado, planejado e executado para que chegasse nessa situação em que se encontravam os habitantes desse lugar.
Essa situação perdurava durante muito tempo, até que um dia, um jovem rapaz agraciado por ter nascido com uma natureza mais perfeita, se questionou: - Por que andar de quatro, se tenho capacidade e inteligência para caminhar de pé? Por que não erguer a cabeça até o mais alto que puder e, com um olhar e sentimento cheios de esperança, esperar uma resposta vinda dos Céus?
Depois disso, levantou-se, ficou de pé e nunca mais caminhou como um animal.
Quando um Estado tenta de algum modo, favorecer em uma sociedade, os vícios, os pecados e os crimes e, ao mesmo tempo, tenta excluir Deus da mesma sociedade, esse Estado contribui para que os seres humanos, sua atitudes, pensamentos, sejam cada vez mais desumanizados, sendo reduzidos à ter comportamentos próprios de animais irracionais.
Quando se tenta tirar Deus da sociedade, a consequência é uma total degradação moral e espiritual.
Não pode haver concórdia e união entre os homens, se Deus é excluído e onde não há espaço para Deus também não haverá espaço para o homem.
A exclusão de Deus deixa o homem menos humano, aumentando a indiferença ante o sofrimento alheio, fazendo com que as relações humanas sejam somente por interesse e benefícios próprios.
Os homens então, longe de se libertarem, permanecem encerrados numa espécie de prisão particular, motivada pela falta de esperança, pelo egoísmo e pelo materialismo.