O homem, o ser humano, é um animal dotado de razão e por isso, um animal racional e espiritual.
Isso faz com que a natureza humana não necessite somente de comer, beber, vestir, dormir, procriar, mas também necessite de uma busca transcendental.Ou seja, a necessidade de crer, de buscar algo que dê sentido à vida, em outras palavras, de buscar a própria felicidade, faz parte da própria natureza humana.
Vendo o homem, que na busca das coisas criadas, ainda existe insatisfação no seu íntimo, volta o seu olhar para algo que lhe é superior e pelo qual deseja conhecer.
Pois bem,ao encontro desse anseio humano, que difere de todos os outros seres criados, vem a verdade revelada,como luz, para guiar e direcionar os anseios mais íntimos e profundos do coração humano.
A própria experiência humana comprova com frequência que é mentira o que muitos filósofos disseram :que o homem busca somente o prazer, que o centro da sua vida é desfrutar do prazer carnal e o que garante a verdadeira liberdade humana é desfrutar como bem entender,todas as formas de prazer.Qual foi o resultado disso, senão consequências trágicas aliadas à essas práticas como: suicídio, homicídio, consumo de drogas, roubo, doenças sexuais e etc.
Então a própria experiência humana dá testemunho que o homem não foi feito para isso, mas foi feito para algo muito mais elevado,para algo muito mais superior.
Porque o homem é um ser também espiritual, dotado de inteligência e vontade.E essa inteligência e vontade estão guiadas para a verdade e o bem, donde obterá a verdadeira liberdade.
Somente se consaeguirá a verdadeira liberdade, se se respeitar os Direitos Fundamentais da pessoa humana.
O direito de crer torna-se um direito fundamentel do ser humano,pelos motivos citados acima.E infringir, restringir, zombar,escarnecer, é tirar a liberdade que o homem espiritual necessita.
Embora muitas corrente afirmam que o homem é puramente um ser animal,tal afirmação não condiz com a verdade dos fatos e com a realidade das coisas e muito menos com a lei natural.
A verdade das coisas e a realidade dos fatos obedecem à lei natural e contra a lei natural não existe argumento verdadeiramente válido.

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