quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

A culpa é do capitalismo?

É comum escutarmos dizer que a culpa dessa situação que vivemos é do regime capitalista, que vivemos em um regime capitalista, preconceituoso e opressor, e assim tantas e tantas falácias que escutamos.
Na realidade, a economia capitalista nada tem a ver com a situação de pobreza, injustiça social, que vivemos mas sim a falta de moralidade dos cidadãos brasileiros.
Ou seja, o grande mal do Brasil não é um " personagem fictício" chamado capitalismo mas sim a falta de vida moral ou comprometimento com a mesma de grande parte da população.
Por exemplo, o capitalismo não vai te obrigar a roubar, a ser corrupto, a não pagar um justo salário aos funcionários, etc.Quem irá fazer isso é o sujeito dessas ações abomináveis. Colocando a culpa no capitalismo, absolve quem realmente é culpado.
Deve-se levar em conta que, dentro do ser humano existe sempre a opção em fazer ou não fazer, seja para atos bons ou ruins.Por isso, nenhum regime político deve tirar a responsabilidade moral e individual de cada pessoa perante ela mesma e perante a própria sociedade.
Por que, ao invés de culpar um regime que é regido por homens e que não tem vontade própria, como se fosse algo independente da vontade dos homens, não se responsabilizasse de maneira individual quem infringiu a lei?
A absolvição da culpa sem arrependimento por parte do culpado é a maior prova do nível de moralidade que se encontra a sociedade e consequentemente, do nível de insanidade.
É de conhecimento público que um dos sintomas da psicopatia é justamente a incapacidade que se tem para arrependimento da própria culpa.
Pois bem, agindo dessa maneira, iremos estar fabricando, não dúzias e centenas, mas milhares de mentes psicopatas.
Portanto, a culpa não é de um regime político, que nos permite vivenciar uma liberdade econômica, mas sim da falta de moralidade dos concidadãos brasileiros.
 

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

O Direito de crer

O homem, o ser humano, é um animal dotado de razão e por isso, um animal racional e espiritual. Isso faz com que a natureza humana não necessite somente de comer, beber, vestir, dormir, procriar, mas também necessite de uma busca transcendental.Ou seja, a necessidade de crer, de buscar algo que dê sentido à vida, em outras palavras, de buscar a própria felicidade, faz parte da própria natureza humana. Vendo o homem, que na busca das coisas criadas, ainda existe insatisfação no seu íntimo, volta o seu olhar para algo que lhe é superior e pelo qual deseja conhecer. Pois bem,ao encontro desse anseio humano, que difere de todos os outros seres criados, vem a verdade revelada,como luz, para guiar e direcionar os anseios mais íntimos e profundos do coração humano. A própria experiência humana comprova com frequência que é mentira o que muitos filósofos disseram :que o homem busca somente o prazer, que o centro da sua vida é desfrutar do prazer carnal e o que garante a verdadeira liberdade humana é desfrutar como bem entender,todas as formas de prazer.Qual foi o resultado disso, senão consequências trágicas aliadas à essas práticas como: suicídio, homicídio, consumo de drogas, roubo, doenças sexuais e etc. Então a própria experiência humana dá testemunho que o homem não foi feito para isso, mas foi feito para algo muito mais elevado,para algo muito mais superior. Porque o homem é um ser também espiritual, dotado de inteligência e vontade.E essa inteligência e vontade estão guiadas para a verdade e o bem, donde obterá a verdadeira liberdade. Somente se consaeguirá a verdadeira liberdade, se se respeitar os Direitos Fundamentais da pessoa humana. O direito de crer torna-se um direito fundamentel do ser humano,pelos motivos citados acima.E infringir, restringir, zombar,escarnecer, é tirar a liberdade que o homem espiritual necessita. Embora muitas corrente afirmam que o homem é puramente um ser animal,tal afirmação não condiz com a verdade dos fatos e com a realidade das coisas e muito menos com a lei natural. A verdade das coisas e a realidade dos fatos obedecem à lei natural e contra a lei natural não existe argumento verdadeiramente válido.