segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Os 3 Poderes da República



Hoje em dia, nos nossos tempos, existe uma grande tendência, provocada com mais exclusividade pela imprensa brasileira, de demonizar o Poder Legislativo e divinizar o Poder Judiciário.
Ora, se formos equiparar os três poderes da República, os mais republicanos dos três são justamente os mais atacados pela imprensa: o Poder executivo e o Poder legislativo pois ambos provém da escolha voluntária do povo.
Por mais estúpida que seja a escolha do povo, ainda assim ele tem o direito de escolher.
Já o Poder judiciário não é um poder que emana diretamente do povo. Além disso, cada ministro do STF possui cargo vitalício. Em outras palavras, os ministros do STF não dependem da vontade do povo para ocuparem seus cargos. Isso faz com que eles não se importem com a vontade do povo, expressa na Constituição Federal. Então, qualquer interpretação que fizerem da Constituição, mesmo que na prática, altere a própria Constituição, e tendo maioria simples de voto, é alterada a Constituição, sem qualquer satisfação mínima dada a nós, míseros mortais.
O Poder judiciário é o menos democrático dos três poderes porque o seu poder não emana da vontade do povo.
Então, se alguns ministros do STF tiverem compromisso com alguma agenda revolucionária, adeus Constituição, adeus direitos individuais, adeus Código Penal, adeus qualquer coisa que tenha relação com a democracia.
Ora, não foi o ministro Roberto Barroso quem definiu que até o 3º mês de gestação, o feto não é pessoa humana e, por isso, não é crime o assassinato do feto?
Quem é ele, para dizer quem deve viver ou morrer?
Muitos ministros afirmam que ninguém está acima da lei. Afirmam isso, obviamente, citando o Legislativo e o Executivo. Mas os ministros também não estão acima da lei e, por isso, não devem alterar a Constituição, nem dar interpretações descabidas à ela.
Essa forma de governo não é democrática mas oligárquica, onde os ministros do STF se comportam como uma casta superior, formada por intelectuais e influenciada pela Mídia, para obedecer à uma agenda ideológica.
Os Poderes que devem ser fortalecidos são justamente os Poderes mais atacados.
Atacando esses mesmos Poderes, é ferido a ordem democrática que os elegeu por vontade do povo que os escolheu.
Pensando dessa forma, um senador da República ou um deputado federal, são mais importantes que um ministro do Supremo.
Afinal, os ministros se sentem confortados nas suas cadeiras, pois o cargo que ocupam não veio de eleição e, ainda por cima, são vitalícios.
Que os ministros tenham mais respeito pela ordem democrática, pois dos três poderes, o menos democrático, é o Judiciário.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

O Estado











A nova moda agora de algumas lideranças de nossas instituições foi tratar o Estado como se fosse uma pessoa real, dotada de vontades, personalidade, etc, como disse um Ministro do STF na votação que permitiu o ensino religioso confessional nas escolas públicas: "O ensino religioso nas escolas públicas não pode nem deve ser confessional ou interconfessional, pois a não confessionalidade do ensino religioso na escola pública traduz consequência necessária do postulado inscrito na nossa vigente Constituição, da laicidade do Estado Republicano brasileiro." Em outras palavras, o Estado só será laico se não houver ensino religioso confessional.
Ora, o Estado apresentado nessas e em outras situações, parece mais um imperador mimado, cheio de vontades e totalmente autoritário. É como se o povo brasileiro, que é formado pelas famílias brasileiras, tivesse que abaixar a cabeça para a vontade soberana do Estado. Todo mundo sabe que o Estado é laico. Acontece que nós brasileiros, temos o direito de termos uma religião confessional e, ainda mais, temos o direito de que ensinem essa mesma religião nas nossas escolas. Afinal de contas, não é o Estado que irá sentar nas cadeiras, com o caderno nas mesas e os lápis nas mãos, serão nossos filhos.
E o fato de nós cidadãos, professarmos uma fé, e exigirmos que nossos filhos sejam ensinados nas escolas, nessa mesma fé, não afeta em nada a laicidade do Estado, até porque o Estado só existe enquanto organização. O Estado não é uma pessoal real, nem fictícia.
Acontece que, da forma como interpretam as vontades soberanas do Estado, parece até que ele é uma pessoa física, real.
Além do mais, o Estado deve fomentar os valores morais e religiosos das famílias brasileiras, que são exatamente o que faz do Brasil uma nação. E o ensino religioso contribui sensivelmente para aumentar e propagar esses valores de família que são heranças desde a fundação do nosso país.
É de conhecimento de todas as instituições brasileiras, a religiosidade do nosso povo e a profunda tradição religiosa herdada dos nossos colonizadores e que aceitamos e incentivamos a prática ao longo dos séculos. O Estado é somente e, tão somente, um conceito burocrático. São as nossas famílias brasileiras, de carne, osso e de fé, que formam e edificam a nossa nação brasileira.
Em tempos de crise institucional e financeira, e de avançada corrupção, até os níveis hierárquicos mais altos, como negar o salutar auxílio trazido pelos valores morais e religiosas de nossa fé confessional?
Chega desse conto de fadas de achar que o Estado possui uma vontade que difere da vontade da maioria do povo brasileiro.
Que nossas escolas tenham sim, ensino religioso facultativo, pois nós não somos ateus. Somos homens e mulheres de fé. Somos brasileiros.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Dia Internacional da Mulher

É triste vermos em nossa sociedade, como o ativismo ideológico tem prejudicado e roubado a liberdade e a alegria das pessoas, infundindo-lhe ideias falsas e fazendo-a acreditar nelas.
Uma dessas ideias falsas é justamente essa ideia contínua da desigualdade de direitos entre homens e mulheres. "Todos são iguais perante as leis". A igualdade de direitos já existe em nossa Constituição mas ainda assim, sempre repete-se o mesmo jargão, justamente com a intenção de provocar na mulher sentimentos de revanchismo, vitimismo e revolta contra o sexo masculino.
Nesse trabalho (de manipulação), estão envolvidos a grande mídia, os sistemas educacionais, as fundações nacionais e internacionais e alguns órgãos, também nacionais e internacionais.
Todo esse esforço é para incutir na cabeça de homens e mulheres, uma luta de classes, fazendo-os acreditar justamente no que querem que acreditem.
Nesse ínterim, entram pseudo-profissionais, com falsas informações, falsos dados estatísticos, para fins de justificação de todo esse ativismo ideológico e psicológico.
Então, aquela mulher simples, que passou a vida de forma tranquila e serena, vivendo feliz, de tanto ativismo ideológico e psicológico, começa a pensar: "eles estão me defendendo. Quero ver meus direitos. Preciso pensar mais em mim." Então, começa a manipulação com o intuito de mudar o pensamento das pessoas pois mudando o pensamento, as pessoas mudam.
É mentira pensar que as mulheres de nossos tempos são mais felizes que as mulheres do passado.
É mentira pensar que as mulheres só irão se realizar como mulheres, através de aquisições materiais e status social.
É mentira pensar que as mulheres tem que ser iguais aos homens.
É mentira pensar na ideologia de gênero como algo que vá favorecer a mulher.
Todas essas mentiras, porém, são colocadas como verdades, todos os dias para as mulheres, às deixando confusas e aflitas, fazendo-as esquecer do grande papel que possuem na sociedade.
Tornar a mulher igual ao homem é despersonificar a mulher. É inclusive, desmerecer a mulher.
A mulher não merece ser igual ao homem porque a mulher é mulher, tem qualidades específicas que nenhum homem jamais terá. Tem uma ternura, uma docilidade, um amor, que homem algum jamais terá.
A mulher é tão especial, que deveria se sentir ofendida quando propuseram direitos iguais ou quando quiserem igualá-las aos homens. Isso sim, é um verdadeira ofensa à mulher: querer igualá-la ao homem.
Não. A mulher é especial justamente por ser mulher.
A "luta" pelos direitos iguais não é uma luta pela mulher. É uma luta por uma ideologia que precisa da adesão de homens e mulheres, para que possa acontecer.
A "luta" pela mulher é justamente lutar por tudo aquilo que torna a mulher cada vez mais feminina, cada vez mais dócil, terna, determinada, perseverante, pronta à dar a vida pelos filhos e não tirar a vida dos filhos.
Isso sim, é favorecer a mulher. Torná-la cada vez mais mulher. Principalmente uma mulher que não se deixa manipular pelas ideologias ou pelas modas mas uma mulher que é fiel aos seus princípios até o fim da sua vida.