
Em relação à publicação que fez no jornal O Globo, neste domingo, dia 8 de março de 2015, gostaria de ter o direito de resposta, coisa que não existe, diga-se de passagem, nos meios de comunicação.
Primeiramente, não precisava inventar uma nova palavra: " fetoostentação"
No dia internacional da mulher é preciso, sim, exaltar aquilo que lhe é mais característico, mais forte, mais natural e mais humano: o amor materno.
O orgulho de ser mulher e de ser mãe. De ser uma portadora da vida.
Não se trata de nenhuma barreira religiosa. Se trata de um filho.
Nós também fomos feto um dia.Mas não somente um feto mas filho.Fomos gerados no ventre quente e acolhedor de nossas mães.
E nascemos. Sim, Flávia, hoje você só pode defender o aborto porque você já nasceu. Você não foi despedaçada, nem envenenada, nem jogada no lixo e na privada. Graças a Deus.
Mas nem todos, infelizmente, tem a mesma sorte.
O feto está dentro do corpo da mulher mas não faz parte do corpo da mulher.
É uma vida independente. Por isso, seguindo o curso natural, faço questão de frisar o natural, nós nascemos com olhos próprios, boca, órgãos, tudo, então como poderíamos ser parte do corpo de uma mulher? Nós respiramos por conta própria.
Quanto aos números, em se tratando de Brasil, fica difícil de acreditar.
Mas mesmo que fosse verdade, a solução para a mulher seria um aborto seguro?
Em outras pesquisas, afirmam que não, porque a maioria das mulheres que cometem aborto, acabam sofrendo drásticas consequências psicológicas, como depressão, uso abusivo de drogas e álcool, tentativa de suicídios, etc.
Afinal,.o feto é o filho.
Poderíamos até dizer: "filhoostentação". Sim, filhoostentação. Orgulho de ser mãe.
Afinal, como diz o ditado popular: " ser mãe é padecer no Paraíso.
Agradeça à sua mãe por não ter te abortado.
As mulheres são portadoras da vida, e não da morte.